Teoria da vinculação
A teoria da vinculação diz-nos que todos nós temos a necessidade de nos vincularmos a uma base segura, que nos forneça carinho, afeto, e que acolha as nossas emoções. Esta vinculação começa em criança, geralmente pelos pais, no entanto já foi demonstrado que é possível acontecer também até com objetos. * REFERIR estudo dos macacos com bonecos feitos de arames (com comida) e almofadados (sem comida).
Quando este é fornecido de forma consistente pela sua base segura (por exemplo, a mãe), permite-nos desenvolver um estilo de vinculação segura, caso contrário, poderá ser desenvolvido um estilo menos funcional de vinculação.
O estilo de vinculação desenvolvido em criança, irá influenciar as relações que a pessoa terá em fase adulta. (tanto as românticas como outro tipo de relações pessoais)
REFERIR o estudo com as crianças, a mãe e a pessoa estranho
Estilos de vinculação
Existem 3 estilos de vinculação (e um que recentemente foi separado em dois). WIP: incluir o quarto
Seguro
Considerado o mais funcional dos três, este estilo de vinculação possibilita a criança de explorar o mundo e arriscar mesmo sem ter por perto a sua base segura. Sendo que quando está está presente, procura o seu apoio emocional.
Como referido, este estilo é desenvolvido quando o apoio emocional é consistente e confortável.
Ansioso
No estilo ansioso, a criança sente-se ansiosa e não explora o mundo na ausência da sua base segura. Quando a base segura está presente fá-lo, no entanto é comum exagerar as suas emoções de modo a pedir apoio emocional da sua base segura.
Este estilo é desenvolvido quando o apoio emocional é inconsistente e nem sempre acolhe as emoções. (por exemplo: “Não chores”, “Não é assim tão importante”)
Como o apoio emocional não é garantido, a criança tenta pedir a atenção da sua base segura por meio de emoções extremas.
Evitante
Por último, o evitante, onde a criança explora o mundo mesmo na ausência da sua base segura, no entanto quando está na presença desta, não lhe procura como apoio emocional. Em fase adulta, esta pessoa parece fria e distante, como que não valorizando as relações pessoais.
É desenvolvido quando o apoio emocional é inexistente, levando a criança a tornar-se autónoma.